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Pouco a pouco, o Flash Player começa a ser forçado a deixar a rede mundial de computadores pelas principais empresas do ramo. Nesta semana, o Google anunciou mais uma medida para impulsionar o HTML5 em detrimento do plugin da Adobe, que deve acabar banindo-o da internet definitivamente.

A partir do quarto trimestre deste ano, o Google Chrome vai desabilitar o Flash por padrão. Qualquer página que tentar ativar algum recurso usando o plugin, como vídeos ou anúncios publicitários, terá de solicitar que o usuário clique na animação em questão para reproduzi-la.

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O Google promete manter uma lista de domínios que ainda dependem do Flash a salvo da mudança, como o YouTube, o Facebook e o Twitch, por exemplo. Mas, após um ano, essa “lista branca” será removida e todos os sites deverão adotar o HTML5 se quiserem continuar executando animações de reprodução automática – algo que o Twitch já começou a fazer.

Encarado como um dos grandes “vilões” da internet, o Flash Player teve descobertas diversas falhas de segurança que permitiam o acesso de hackers e a propagação de malware pela rede. O formato HTML5, por sua vez, faz o mesmo que o Flash consumindo menos recursos do hardware e com mais segurança.

Via Ars Technica

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