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Recentemente, aumentaram os relatos de que o iPhone 6 estava apresentando o que foi apelidado de “touch disease” (a “doença do toque”), que era um defeito em massa que estava fazendo a tela parar de responder aos comandos de toque do usuário. E o problema pode estar ligado à fragilidade do corpo do aparelho, que é propenso a entortar.

A Apple não se manifestou sobre o caso nem reconheceu que se trata de um problema mais amplo, mas tudo indica que o problema está bem difundido. Inclusive, o site Apple Insider revelou que 11% dos atendimentos feitos em lojas oficiais da Apple eram relacionados à falha na tela do iPhone 7, e o site Motherboard confirmou a extensão do problema com a equipe de suporte das lojas.

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Ao que tudo indica, no entanto, a empresa sabe do problema e já chegou a comunicar seus funcionários sobre a “doença”, e que, de fato, ela está ligada ao entortamento do aparelho.

A questão é que, inicialmente, o aparelho entortar danifica apenas a carcaça do celular, mas com o tempo isso pode afetar os componentes internos, também. O problema parece estar dando frutos agora, dois anos após o lançamento do iPhone 6, afetando a capacidade da tela do aparelho responder aos comandos de toque.

O mesmo problema, felizmente, não deve acontecer em modelos mais novos do iPhone. Isso porque, vendo a reação do público em 2014 aos aparelhos entortando, a Apple reagiu usando uma liga de alumínio muito mais forte, que dificulta muito o entortamento do corpo do aparelho.

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