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O começo deste ano foi marcado por uma polêmica envolvendo a Apple e o FBI no caso do iPhone de San Bernardino. A empresa se recusou a desbloquear o aparelho de um dos suspeitos do ataque terrorista para o órgão policial, fato que gerou uma grande discussão a respeito da privacidade dos usuários em todo o mundo. Até mesmo o falastrão John McAfee se envolveu na briga.

Essa história pode se repetir. O FBI mais uma vez obteve um iPhone de uma pessoa acusada de terrorismo e novamente o aparelho está bloqueado. O telefone é de Dahir Adan, morto pela polícia após esfaquear dez pessoas em um shopping na cidade de Minnesota em setembro.

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O grupo jihadista Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque, mas o FBI nega que Adan seja um membro do califado por falta de provas contundentes que o liguem aos terroristas. Contudo, dados armazenados no smartphone poderão resolver essa dúvida e ajudar a polícia nas investigações.

Em conferência na última quinta-feira, 6, o agente especial Rick Thorton confirmou que o FBI está estudando as possibilidades para acessar o gadget. “O telefone de Dahir está bloqueado e nós estamos avaliando nossas opções legais e técnicas para obter acesso ao dispositivo e aos dados contidos nele”.

No caso do iPhone de San Bernardino, o FBI obteve sucesso no desbloqueio do aparelho, mas não encontrou informações relevantes contidas na memória do celular. O órgão também não informou como conseguiu quebrar o protocolo de segurança do aparelho. 

Via Wired

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