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Um estudo da empresa de segurança digital A10 Networks identificou que serviços de armazenamento em nuvem hospedam quase meio milhão de códigos capazes de executar ataques via DDoS. A técnica faz que uma rede de computadores envie milhares de requisições para um determinado site, de forma a sobrecarregar o servidor para que na página saia do ar.

A pesquisa, chamada de “The State of DDoS Weapons” (O estado das armas DDoS) identificou 22.811.159 códigos (ou armas). Segundo o estudo, a China ocupa o primeiro lugar do ranking, com 4.347.660 ataques, seguida pelos EUA (3.010.039), pela Itália (900.584), pela Rússia (864.414), pela Coreia do Sul (729.842), pela Alemanha (507.162) e pela Índia (506.373).  

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A técnica explora falhas nos protocolos DNS, NTO, SNMP, SSDP e outros. Segundo o levantamento, os ataques mais significativos são os de reflexão e ampliação e, mais uma vez, os EUA e a China reúnem os maiores números.

A A10 Networks registra os ataques DDoS para tentar prevenir e bloquear esse tipo de agressão de maneira eficiente. “É impossível entender completamente a motivação ou o timing dos ataques DDoS. No entanto, é possível ter um inventário de armas e redes comprometidas”, explica Rich Groves, diretor de pesquisa de segurança da empresa. Ele afirma que a defesa precisa ser proativa e buscar agir antes que as investidas ocorram.

Com a chegada do 5G, é possível que esses ataques se expandam. A tecnologia mais rápida e com latência baixa pode ser uma possibilidade de crescimento de novos casos. Entretanto, as opções com 5G também podem ser positivas nos aspectos da inteligência artificial, que são fundamentais para a detecção de ameaças.

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