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Na sexta feira (15), o Facebook suspendeu três páginas populares entre a geração millennials. Acusadas de serem ligdas ao governo russo, elas eram administradas pela Maffick Media e só devem voltar a funcionar quando apontarem a quem estão vinculadas.

A rede social, que tem mais de 2 bilhões de usuários do mundo inteiro, tem sofrido pressão para reduzir a desinformação, o discurso de ódio e o comportamento não autêntico. Por isso, aumentar a transparência da plataforma está se tornando uma prioridade.

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Após o ocorrido em 2017, quando o governo russo usou a rede para influenciar a eleição de 2016 nos EUA, o Facebook já derrubou várias contas. A companhia informou a CNN que os usuários não devem ser enganados sobre quem está por trás das páginas com as quais eles se conectam.

“Assim como intensificamos a caça a comportamento não autêntico coordenado e spam motivado financeiramente no ano passado, continuaremos melhorando para que as pessoas possam ter mais informações sobre as páginas que seguem”, disse o Facebook em um comunicado.

O Maffick Media negou ter quebrado as regras da plataforma e afirmou no domingo (17) que seus conteúdos não envolvem notícias falsas. Como a desinformação tem sido parte da estratégia política da Rússia, e foi o Facebook que permitiu que isso se expandisse em escala viral, o cuidado é justificado. 

Fonte: CNet

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