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Recentemente dois físicos da Universidade Federal do Báltico Immanuel Kant (IKBFU), na Rússia, propuseram uma visão totalmente nova do cosmos. Seu estudo combina a ideia de que estamos vivendo uma simulação e a mistura com a teoria dos “muitos mundos” para dizer que todo o nosso universo é parte de um computador ou sistema quântico imensamente grande, abrangendo “incontáveis” multiversos.

Artyam Yurov e Valerian Yurov, os pesquisadores da IKBFU por trás do estudo, postulam que tudo no universo, incluindo ele mesmo, deve ser visto como um objeto quântico. Isso significa que, para experimentar a “realidade quântica”, não precisamos olhar para partículas subatômicas ou qubits: já estamos lá.

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E assim como uma minúscula partícula subatômica, nosso universo deveria exibir propriedades quânticas que devem incluir a superposição. Ou seja, ele deveria estar em mais de um lugar ou estado de cada vez.

Os pesquisadores então usaram suas suposições para chegar a cálculos que expandem a teoria de “muitos mundos” para abranger múltiplos universos ou multiversos. A grande ideia aqui é que, se o universo é um objeto quântico ele deve interagir com algo, que provavelmente são outros universos.

Quanto mais Yurov e Yurov exploraram a teoria dos “muitos mundos em interação” (MIW – Many Interacting Worlds), que diz que todas as funções quânticas se manifestam fisicamente em realidades alternativas, mais eles perceberam que não ela apenas faz sentido, mas que a matemática e a ciência parecem funcionar melhor se você assumir que tudo, inclusive o universo, possui características quânticas.

Talvez moremos em uma simulação de computador, afinal. Mas, em vez de sermos os NPCs favoritos de uma raça avançada, somos apenas algumas funções matemáticas que ajudam um sistema operacional a funcionar.

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Fonte: The Next Web