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O Diretório Central do Partido Comunista Chinês ordenou que todos os órgãos governamentais devem abandonar software e sistemas operacionais “não chineses”, incluindo o Windows, até 2022. A decisão é uma resposta às sanções do governo dos Estados Unidos contra empresas chinesas como a Huawei, impedindo empresas norte-americanas de fazer negócios com a chinesa ou pressionando governos europeus para que não usem seus equipamentos na implantação de redes 5G no país.
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Ao todo, até 30 milhões de máquinas serão afetadas, e a medida poderá iniciar uma migração para o sistema operacional Linux, usando distribuições Chinesas como o Ubuntu Kylin ou Deepin. Empresas chinesas não serão afetadas pela decisão. Em meados de setembro a Huawei já começou a vender em sua loja uma versão de seu notebook Mate X com a distribuição Linux Deepin pré-instalada.