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O Pentágono tem permissão para atirar em drones que estejam voando e sejam considerados uma ameaça, mas não para por aí. O Departamento de Defesa (DoD) assinou um acordo com a Fortem Technologies para colocar no ar o que a empresa chama de Drone Hunter, um drone equipado com inteligência artificial que pode perseguir, capturar e recuperar drones não autorizados usando uma rede.

O Drone Hunter rastreia intrusos usando um sistema de radar próprio. Quando ele detecta algo dentro do alcance, uma rede é lançada para capturar a ameaça. De acordo com o site Defense One, o Pentágono está gastando milhões no sistema.

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Capturar os drones oferece alguns benefícios na parte de investigação. A ideia da rede significa que o drone não vai atingir ninguém, ao contrário da ideia de atirar no dispositivo. Além disso, é possível investigar sua origem caso os componentes estejam intactos. 

O Departamento de Defesa também adquiriu outros produtos da Fortem, como a SkyDome Network, que pode monitorar um ambiente para procurar drones não autorizados e distingui-los de outros objetos voadores. Se o sistema identificar um drone que pode representar uma ameaça, ele pode notificar o Pentágono ou controlar o Drone Hunter de forma autônoma.

Atualmente, os drones podem representar ameaças para aeroportos movimentados. Um sistema como esse poderia potencialmente proteger o espaço aéreo desses locais contra interrupções. No então, o Drone Hunter não é a única solução.

O Reino Unido trabalha em um sistema de lasers de energia que podem ser disparados contra drones e mísseis. O aeroporto de Heathrow, em Londres, introduziu um sistema chamado “Counter Drone” para detectar e rastrear drones não autorizados.

Via: Engadget