Um estudo publicado no jornal Radiology afirma que, após certo tempo no espaço, o cérebro dos astronautas sofre uma expansão. Ao comparar exames cerebrais de dez astronautas feitos antes e depois de viajar à Estação Espacial Internacional, os pesquisadores descobriram que a longa exposição à microgravidade causa expansão do cérebro e do líquido cefalorraquidiano, uma espécie de amortecedor cerebral.

O órgão permanece nesse novo estado por até um ano. Os resultados mostram, ainda, um ligeiro encolhimento da glândula pituitária, que tem papel central na regulação das funções vitais do corpo. Os efeitos a longo prazo na saúde dos astronautas ainda não são totalmente compreendidos. Além de entender como isso afeta o corpo, é importante investigar maneiras de impedir que essas mudanças aconteçam.

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