Alexandre Baldy, Secretário de Transportes Metropolitanos, anunciou, por meio de postagem em rede social que, em breve, o Governo do Estado de São Paulo vai determinar o uso obrigatório de máscaras de proteção no transporte público administrado pelo estado. Dessa forma, para ter acesso à CPTM, EMTU e Metrô, os usuários devem estar com o rosto protegido.

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Antes da exigência, Baldy informa que haverá distribuição gratuita de máscaras aos passageiros em vários pontos de estações. A ação será realizada durante sete dias seguidos. Após o período, os usuários só poderão embarcar trens e ônibus intermunicipais caso estejam usando a proteção.

Para que a entrega das máscaras seja possível, o Governo do Estado está em busca de empresas que doem a proteção de tecido para viabilizar a distribuição.

A fim de aumentar a segurança dos passageiros em relação à doença, o secretário também declarou que a higienização dos três e ônibus está sendo feita regularmente. Além disso, ele faz um apelo para que os passageiros ajudem a “fiscalizar” e denunciar irregularidades que podem comprometer a segurança de todos que usam os transportes.

Mesmo com alguns dos termos já decididos, não há informações de quando a ação terá início. No entanto, devido ao pedido do Metrô e da CPTM para recebimento das doações, estima-se que o cronograma comece na primeira quinzena de maio.

Máscaras de proteção

Reprodução

O uso do item para a proteção da boca e do nariz é uma ação encorajada por diversos órgãos e especialistas do mundo todo. Aqui no Brasil, diversos estados já determinaram obrigatoriedade no uso para todos os que precisam sair às ruas. 

Para ajudar com isso, o Hospital Sírio-Libanês, em parceria com entes públicos, “já doou 77 milhões de máscaras cirúrgicas, 2,3 milhões de máscaras N95, 190 ventiladores mecânicos, 50 mil óculos, além de luvas e aventais, tentando enviar o mais rápido possível”, declarou Paulo Chapchap, diretor-geral do hospital.

Ainda de acordo com ele, o uso de máscara deveria ser obrigatório. “É para proteger nossa vida, como cinto de segurança. Não vai ser para sempre”, disse. Ele ainda destaca que estranha que a prática ainda não seja uma política nacional.

Via: Diário dos Trilhos