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A Força Aérea dos Estados Unidos está em busca de veículos voadores para sua frota. Para ajudar a atingir esse objetivo, a empresa LIFT Aircraft disse que se associou às Forças Armadas. Agora, o resultado foi visto em um evento de testes realizado no Texas.

O veículo elétrico de decolagem e pouso vertical de emissão zero (eVTOL), denominado Hexa, subiu ao céu durante um voo demonstrativo. Com 18 rotores independentes e possibilidade de acomodar apenas um passageiro, a criação parece saída de um filme de ficção científica.

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Veículo por transportar um passageiro por vez. Foto: Air National Guard/ Staff. Sgt. Sean Kornegay

A empresa por trás da apresentação do protótipo informa que sua criação faz parte de uma “iniciativa inovadora” chamada Agility Prime, um programa que visa “acelerar o mercado comercial de veículos de mobilidade aérea avançada”.

O projeto é parte dos esforços das Forças Armadas dos Estados Unidos para adicionar carros voadores ao arsenal de combate na próxima década. “Queremos ter 30 veículos na Força Aérea até 2030”, disse Will Roper, secretário adjunto da Força Aérea.

A ideia de adicionar um “veículo voador” à Força Aérea surgiu do desejo por uma plataforma semi-autônoma de alta velocidade com “assinatura de ruído ultrabaixa para transportar combatentes em campos de batalha muito disputados por aeronaves convencionais”, disseram autoridades.

O veículo, que pode até flutuar na água graças a um conjunto de quatro boias perimetrais, pode ser pilotado por qualquer pessoa – não apenas por quem tem licença de pilotagem. De acordo com a empresa que criou a tecnologia, a única exigência é que o indivíduo consiga controlar um joystick de três eixos. Um “computador com piloto automático” cuida do resto, diz a companhia.

Inteligência artificial vence piloto

Uma inteligência artificial (IA) desenvolvida pela Heron Systems venceu o desafio AlphaDogFight, parte de um programa da Agência de Projetos Avançados do Departamento de Defesa dos EUA (DARPA) que tem como objetivo automatizar o combate aéreo e aumentar a confiança humana na IA, como um passo rumo a uma futura “parceria” entre humanos e máquinas.

Oito grupos se enfrentaram ao longo de três dias, e na final a IA da Heron Systems venceu a concorrente da Lockheed Martin. Depois da final a vencedora competiu contra um piloto humano da força aérea dos EUA, codinome “Banger”, que controlava um F-16 em um simulador de voo usando um capacete de realidade virtual.

E foi aí que a IA da Heron Systems demonstrou todo seu potencial, vencendo o humano por 5 a 0. A vitória só não foi mais esmagadora porque, no último round, Banger mudou de tática e conseguiu sobreviver por muito mais tempo do que nos anteriores, sugerindo que a IA tem um ponto fraco que pode ser explorado por pilotos experientes.

Via: Futurism