EnglishPortugueseSpanish

Clientes da Amazon não ficaram muito satisfeitos ao receberam seus Motorolas Razr em casa. Isto porque a embalagem do aparelho veio violada e o celular na posição dobrada, quando a premissa da caixa feita especialmente para a ocasião era exibir o smartphone aberto. Em nota, a empresa pediu desculpas por eventuais manchas de digitais e destacou que a posição do Razr na caixa foi alterada para garantir a segurança da tela.

“NOTA: originalmente, Razr deveria ser enviado na posição desdobrada”, segundo comunicado removido no topo da lista da Amazon do telefone desbloqueado. “No entanto, para proteger melhor a tela, dobramos o seu Razr – é mais seguro, mas pode não parecer tão elegante quanto esperávamos”.

publicidade

“Pedimos desculpas se você vir impressões digitais em seu dispositivo, mas garantimos que seu Razr é novo”, tranquiliza a nota.

 Reprodução

Caixas do Motorola Razr vendido pela Amazon estão chegando aos clientes violadas. Créditos: MonicaZ82/Shutterstock

A caixa projetada para funcionar como base de alto-falante tem como principal função exibir a tela OLED desdobrada, ressaltando toda a qualidade do produto. Mas apesar de, segundo a Motorola, o aparelho poder ser dobrado 200 mil vezes, os pacotes foram despachados com o smartphone dobrado.

publicidade

“Não havia película protetora na tela interna, a película protetora na tela externa era muito ruim e o aparelho veio dobrado dentro da embalagem”, relatou uma crítica à embalagem da Amazon. “Por último, mas não menos importante, ao inspecionar a tampa da caixa, pude perceber que alguém fez alguns cortes à mão dentro para fazer a tampa caber com o telefone dobrado …”, finalizou.

De quem é a culpa?

De acordo com a própria Motorola, a partir de agora, e depois de muitas reclamações, o Razr passará a ser embalado fechado desde o início, para que não seja mais necessário abrir as caixas antes do envio ao cliente. De qualquer forma, ainda não ficou claro quem fez a mudança no processo de embalagem, a Motorola ou a Amazon.

Fonte: CNet