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Nesta segunda-feira (7), o governador João Doria anunciou que a CoronaVac, vacina contra a Covid-19, começará a ser aplicada em 25 de janeiro em São Paulo. A princípio, profissionais de saúde, indígenas e quilombolas de todo o estado receberão o imunizante.

Apesar do início da imunização, a vacina, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, ainda não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso porque o imunizante encontra-se na terceira fase dos testes.

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Para resolver essa questão, o Butantan enviará uma solicitação à Anvisa. A partir disso, a órgão vai definir se a CoronaVac cumpre todos os requisitos de utilização. A expectativa é de que isso seja feito até a primeira semana de janeiro.

Com a aprovação, a ideia é que cada indivíduo receba duas doses da vacina. Para garantir que essa seja a abordagem, um cronograma foi divulgado e mostra que o grupo já citado receberá a primeira vacina em 25 de janeiro. Em seguida, 15 de fevereiro será a data da segunda aplicação.

No meio desse período, em 8 de fevereiro, será a vez de pessoas com 75 anos ou mais. A previsão da segunda dose para esse grupo é 1º de março. No caso de pessoas com idade entre 65 e 69 anos, as aplicações serão feitas em 22 de fevereiro e 15 de março.

Por fim, os últimos a receberem a CoronaVac serão pessoas com idade entre 60 e 64 anos. Nesse caso, as aplicações serão nos dias 1º e 22 de março.

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De acordo com o governo, há 5,2 mil postos de vacinação espalhados pelos 645 municípios do estado. No entanto, para promover uma campanha de vacinação mais ampla, o objetivo é o de ampliar para dez mil os locais para aplicação do imunizante, com possibilidade de utilização de locais como escolas, estações de trem e terminais de ônibus.

Via: G1