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E mais uma vez o bitcoin bateu um novo recorde. Nesta sexta-feira (8), a criptomoeda chegou ao valor de US$ 41.530 (R$ 221 mil em conversão direta). Nos últimos meses, a moeda tem valorizado significativamente.  

Esse movimento fez com que grandes empresas passassem a acreditar e investir no bitcoin. Isso, somado ao interesse de investidores institucionais e até do varejo, ajudou a impulsionar esse aumento.  

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O interesse na criptomoeda disparou no ano passado, com os investidores vendo o bitcoin como uma proteção contra a inflação e uma alternativa à desvalorização do dólar. Por conta disso, a moeda passou por recordes significativos e há quem diga que 2020 foi o ano do bitcoin.  

Grandes empresas passaram a investir milhões e acreditar na criptomoeda, como é o caso da MassMutual, seguradora norte-americana que investiu US$ 100 milhões. Em outro segmento, a empresa de pagamentos PayPal começou a permitir que seus usuários negociassem a bitcoin por meio de sua plataforma. 

Previsões a longo prazo 

A disparada no valor da bitcoin constantemente gera muita discussão entre quem acredita que a moeda já está supervalorizada e os que afirmam que há espaço para uma valorização ainda maior. 

O banco JPMorgan, um dos quatro maiores dos EUA, está no segundo time. Em uma nota divulgada na última terça-feira (5), a instituição faz uma previsão para o valor do bitcoin. Segundo o banco, a moeda pode bater os US$ 146 mil (mais de R$ 780 mil) a longo prazo. 

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Mas para isso, a volatilidade no valor da moeda teria de cair substancialmente, para dar aos investidores a confiança necessária para fazer grandes apostas. 

“Este crescimento a longo prazo baseado na equalização do valor de mercado da bitcoin com o do ouro como investimento é condicionado a uma convergência da volatilidade da bitcoin com a do ouro a longo prazo”, dizem os estrategistas do banco. 

Analistas dizem que a recente valorização da bitcoin difere de 2017, quando a moeda chegou a valer quase US$ 20 mil, seguida de uma queda que a levou a US$ 3.122 no ano seguinte. Já os céticos veem a moeda como algo especulativo e sem valor intrínseco, uma bolha que irá estourar em algum momento. 

Via: Reuters