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A vacinação contra a Covid-19 em São Paulo começa em 25 de janeiro, mesmo que o resto do país não consiga acompanhar com uma campanha nacional de imunização. O anúncio foi feito pelo secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes nesta sexta-feira (8).

De acordo com o secretário, o Estado tem a prerrogativa de vacinar sua população seguindo “ritos e normas previstos no Plano Nacional de Imunização” e não vai esperar por uma decisão do governo federal. Na quinta-feira (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a pasta assinou um contrato com o Instituto Butantan para garantir a compra de 100 milhões de doses da CoronaVac.

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Na mesma data, o instituto solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a aprovação para uso emergencial do medicamento. O prazo para análise é de até dez dias.

“Na melhor das hipóteses”, a campanha nacional de vacinação vai começar em 20 de janeiro, de acordo com o ministro. Gorinchteyn afirmou que São Paulo está pronto para antecipar o início de sua campanha de imunização e acompanhar os demais estados, se necessário.

Pazuello disse ainda que se houver algum atraso na produção, a vacinação contra a Covid-19 pode ser realizada entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, a partir do fim de fevereiro ou somente em meados de março. Até o momento, o calendário paulista prevê a aplicação da primeira dose da CoronaVac em profissionais de saúde e grupos vulneráveis, como indígenas e quilombolas, em 25 de janeiro. A segunda aplicação está programada para 15 de fevereiro.

Já a imunização de pessoas com 75 anos ou mais será em 8 de fevereiro e 1º de março. Para 1uem tiver entre 70 e 74 anos, 15 de fevereiro e 8 de março. De 65 a 69 anos, 22 de fevereiro e 15 de março. A faixa entre 60 e 64 anos será vacinada em 1º e 22 de março. No total, serão imunizadas 9 milhões de pessoas gratuitamente nessa primeira etapa.

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Via Folha de S. Paulo