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De acordo com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, as primeiras doses da vacina contra a Covid-19 serão enviadas para todos os estados em até quatro dias após a autorização oficial da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O Ministério da Saúde informou no último sábado (9) que as doses serão distribuídas através do SUS (Sistema Único de Saúde): “No primeiro dia que chegar a vacina, ou que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia já estará nos estados e municípios”. Segundo o ministro, a campanha de imunização da população é prioridade no governo, e deve ser “exemplo para o mundo”. Pazuello afirma que não será obrigatório receber doses da vacina contra a Covid-19.

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Aprovação da Anvisa para vacinação contra Covid-19

Se tudo correr como o previsto, a vacinação pode começar já na próxima quarta-feira (20). No entanto, para isso se confirmar, a Anvisa precisa aprovar as vacinas em análise no prazo de dez dias.

Butantan e Fiocruz podem disponibilizar oito milhões de doses de vacinas nas próximas semanas. Imagem: w1snu.com/Shutterstock

A partir daí, de acordo com o ministro, estados e municípios devem prosseguir com seus respectivos programas de vacinação. “O plano logístico é individualizado por estado, por isso a gente fala que cada estado tem seu próprio plano. O do Amazonas é totalmente diferente do Pará ou do Maranhão”, afirmou.

Em visita ao Amazonas para o enfrentamento da Covid-19, Pazuello afirmou que solicitou informações sobre depósitos adequados para o armazenamento de vacinas no estado. Além da disponibilização de pessoal e locais preparados para receber e imunizar a população.

De acordo com as informações do ministro da Saúde, o Brasil pode receber 354 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 no futuro. Ainda em janeiro, com o aval da Anvisa, o Butantan e Fiocruz podem disponibilizar oito milhões de doses iniciais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária está avaliando o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford. Nesta segunda-feira (11) a agência concluiu a análise preliminar dos dois pedidos. Sobre o uso da Coronavac, ainda “faltam dados necessários”. Já a triagem para a vacina de Oxford “traz os documentos preliminares e essenciais para a avaliação”.

Apesar de otimista quanto aos prazos, Pazuello tem evitado cravar uma data específica para o início da imunização contra o coronavírus no país. Muito cobrado pelos governadores e prefeitos, o ministro se limitou a declarar que “a vacina vai começar no Dia D, na Hora H no Brasil”.

Via: Uol Notícias