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A startup bluShift lançou no último domingo (31) seu primeiro foguete movido a biocombustível de uma base instalada na cidade de Limestone, no estado americano do Maine.

Chamado de Stardust 1.0, o protótipo não chegou ao espaço, mas serviu para representar um marco importante para a empresa, que pretende ser uma espécie de “Uber do espaço” ao lançar missões com satélites pequenos. 

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“Correu perfeitamente. Ele pousou exatamente onde esperávamos e planejávamos. Não poderia ter sido melhor do que isso”, disse Sascha Deri, CEO da bluShift, em entrevista coletiva após o lançamento. 

O Stardust 1.0 é um protótipo de foguete de sondagem alimentado por um combustível sólido “derivado biológico” e seu lançamento teve o objetivo de ser um teste para futuros foguetes da startup que sejam capazes de lançar pequenos satélites. Com 6 metros de altura, o protótipo pode carregar até 8kg de carga útil.

Lançamento foi feito apenas na terceira tentativa

Para conseguir decolar seu foguete movido a biocombustível, a bluShift fez uma série de tentativas, com a primeira delas tendo ocorrido no dia 14 de janeiro, que foi impedida pelo mau tempo.

Mesmo no dia do lançamento oficial, o foguete teve um problema com uma válvula oxidante, que o impediu de decolar, mesmo com a alimentação por combustível sólido. 

Uma segunda tentativa foi feita cerca de 90 minutos depois, mas desta vez, a ignição do protótipo não disparou conforme o planejado. A temperatura congelante do inverno no Maine foi um problema adicional e causou problemas de rede durante a contagem regressiva. 

Apenas no meio da tarde no horário local, o Stardust 1.0 lançou seu trilho de suporte e fez um voo que chegou a mais de 4.000 pés antes de lançar seu paraquedas e cair de volta à Terra. Um drogue parachute estourou inesperadamente, mas foi recuperado por duas meninas e seus pais.

Via: Space

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