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A Polícia Federal (PF) investiga a venda de dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na Deep Web após o maior vazamento de dados já ocorrido no país, que expôs uma série de informações, como CPF, endereço, renda e telefone de 223 milhões de brasileiros. 

O pedido de investigação foi enviado pelo ministro da suprema corte Alexandre de Moraes ao delegado Rolando Alexandre de Souza, diretor-geral da PF. Na decisão, Moraes citou sites como locais em que os dados de autoridades eram ofertados, como: raidforums.com/Thread-SELLING-JBR-Serasa-Experian-Full-Service; raidforums.com/Thread-Just-Brazil-Basic-PF; drive.protonmail.com/urls/RG3F26N3FC. 

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O ministro determinou também que sites de busca, como Google, Yahoo, Ask e Bing, removam todos os resultados que liguem aos endereços citados no documento. Embora os três últimos sejam endereços que não estão na superfície da internet e não aparecem como resultados de pesquisas desses sites. 

A decisão de Alexandre de Moraes também pede que “bloqueiem o acesso e exibição do material divulgado pela imprensa, consistente em dados privados, ilegalmente obtidos, dos ministros do STF e de outras autoridades”. 

Site ajuda a descobrir se seus dados foram vazados

Os dados de 223 milhões de brasileiros, incluindo autoridades como o Presidente da República, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal e os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, estão expostos na Deep Web desde o final de janeiro, após um mega vazamento do qual ainda não se conhecem as fontes. 

Ao todo, são 37 categorias de informações e é possível verificar através do site “Fui Vazado” se os seus dados estão expostos e quais informações estão em poder dos criminosos virtuais. Para realizar a consulta, basta informar o número do CPF e a data de nascimento. 

Via: CNN Brasil 

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