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Segundo quinta fase do estudo do Grupo Fleury, cerca de 2,5 milhões de adultos da cidade de São Paulo já contraíram o coronavírus e carregam no sangue os anticorpos da doença. O número é relativo a quase um terço da população adulta da capital (uma em cada três pessoas) e aumenta para 37,8% entre os que se autodeclaram pretos ou pardos.

Em números, os autodeclarados pretos têm incidência de contaminação 1,6 vezes maior que os autodeclarados brancos (23,2%).

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Nos distritos com renda média igual ou inferior a R$ 2.200 o índice chega a atingir 36,4% da população, enquanto nos bairros com renda mais alta a incidência é de 22,8% contaminados pela covid-19.

O estudo do Grupo Fleury, Instituto Semeia, Ibope Inteligência e Todos pela Saúde, tem o intuito de medir o número de pessoas que já tiveram contato com o coronavírus, ou seja, ele acompanha a soroprevalência da população. Comparando o resultado atual com a etapa anterior do estudo é possível notar que houve uma crescente de 3,7 pontos percentuais.

O mapeamento levanta ainda o recorte de escolaridade e gênero. Entre a população com menor nível de escolaridade foi detectado que 33,8% já contraiu a doença, enquanto 19,6% daqueles que possuem ensino superior ficaram doentes. ´

É notável que entre a população do grupo de risco, acima de 60 anos, 19,9% das pessoas foram contaminadas, diferentemente dos jovens entre 18 e 34 anos que atingiu prevalência de 33%.

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A cidade de São Paulo já registrou mais de 578 mil casos confirmados de covid-19, número que representa um aumento de 300 mil novas pessoas com anticorpos desde o último estudo sorológico promovido pelo Grupo Fleury e parceiros.

A Prefeitura Municipal de São Paulo também realiza inquéritos sorológicos por meio da Secretaria da Saúde para saber quantas contraíram o corovírus e, no último estudo, apontou que 14,1% dos moradores da capital possuíam anticorpos do coronavírus.

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