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A TikTok e o Universal Music Group (UMG) anunciaram nesta segunda-feira a expansão de uma parceria, que dará aos usuários do app mais aceso a conteúdo produzido pelos artistas que têm contrato com a gravadora.

Segundo o comunicado, a partir de agora “os usuários do TikTok poderão incorporar clipes do catálogo completo de músicas da UMG, abrangendo todas as suas marcas, compositores e territórios globais.”

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“Estamos empolgados em iniciar esta nova era com o UMG e UMPG para continuar apoiando os artistas e compositores, trabalhando em conjunto para ajudá-los a alcançar os amantes da música no TikTok”, disse Ole Obermann, diretor global de música para o TikTok.

“Nossa plataforma vem ajudando a criar grandes sucessos, e licenciar o maior catálogo de faixas do mundo é algo que irá continuar a inspirar nossa comunidade”, completou.

O acordo representa uma expansão da parceria já existente entre as empresas, que dá aos usuários do TikTok acesso às músicas de artistas do UMG. “As companhias também prometeram experimentar novos recursos empolgantes”, diz o texto, sem mais detalhes.

A TikTok também tem parcerias similares com a Sony Music, a Merlin (que representa várias gravadoras independentes) e a Warner Music Group (WMG). Juntas, as três empresas representam 90% do mercado de música nos EUA. Ou seja, usuários do TikTok tem acesso a praticamente qualquer música de qualquer artista popular.

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É de interesse das gravadoras assinar parcerias e manter suas músicas no TikTok. Isso porque a rede se tornou um dos modos de promoção mais importantes em todo o mundo. Muitas músicas tornaram-se bastante populares graças aos vídeos gravados por usuários influentes da rede social.

TikTok também mira no e-commerce

O TikTok está preparando uma investida em e-commerce. Segundo a MSN, citando fontes ouvidas pelo Financial Times, a empresa está preparando uma forma de permitir que os criadores de conteúdo compartilhem links para produtos.

Outra iniciativa são as lives de vendas, que já são um fenômeno na China. Nelas apresentadores demonstram ao vivo produtos a seus espectadores. É como se cada um estrelasse sua própria versão privada de um canal como o Shoptime. Em ambos os casos, quem produzir o conteúdo ficará com um percentual de qualquer venda gerada.

Fonte: The Verge