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A indústria de IA (Inteligência Artificial) na nuvem está estimada em US$ 40 milhões e vem crescendo muito após a oferta pública de US$ 3,4 bilhões da Snowflake e da rodada de financiamento de US$ 1 bilhão da DataBricks. Plataformas importantes como Amazon’s AWS, Microsoft Azure e Google Cloud vendem ferramentas e serviços baseados em nuvem para rotulagem de dados, automação, processamento de linguagem natural, reconhecimento de imagem e muito mais.

O parceiro da Sequoia Capital e investidor em estágio inicial, Konstantine Bühler, afirma que futuramente a computação em nuvem se baseará em tecnologia IA, mas ele acredita que o setor necessita ser desmistificado e que os fundamentos básicos de negócios devem ser aplicados a tecnologia.

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A onipresença da IA ​​no futuro é a primeira de algumas lições básicas que Bühler acredita que todos devem entender sobre o impacto da IA ​​na próxima década. “Está próxima onda de tecnologias corporativas e de consumo exigirá IA integrada”, complementou.

Konstantine Bühler explicou alguns pontos básicos sobre a Inteligência Artificial. Confira!

IA funciona através de matemática

Bühler reforça que muitas pessoas enxergam a tecnologia IA como algo complicado e mágico, mesmo estando presente em diversas coisas do nosso dia a dia, desde os sistemas operacionais dos principais smartphones até os semáforos, ou radares que atuam controlando o trânsito. Bühler aponta que apesar de parecer surpreendente, a tecnologia funciona através de cálculos matemáticos, feitos extremamente rapidamente para oferecer as soluções aos usuários.

Konstantine Bühler é sócio e investidor em estágio inicial da Sequoia Capital. Imagem: Sequoia Capital

IA e a revolução da internet

O parceiro da Sequoia Capital relembra que a internet se tratou de uma revolução na comunicação há 20 anos, enquanto a tecnologia IA é uma revolução na computação. Segundo Bühler, diversas empresas podem criar suas tecnologias IA, mas é importante focar nos clientes, buscando entender o que a tecnologia deve oferecer para eles.

Embora as ferramentas baseadas em nuvem permitam que as empresas criem modelos de IA com relativa facilidade, nem todo problema precisa ser resolvido com esses tipos de algoritmos, afirma o investidor.

Empresas e a oportunidade de IA

Todas as empresas possuem a capacidade de incorporar a tecnologia IA, segundo Bühler. Para ele, basta que as empresas usem a mesma “pilha horizontal” básica, ou processos que pegam dados brutos e os transformam em inteligência acionável que pode ser usada de diferentes maneiras nas unidades de negócios.

Os processos de dados horizontais podem incluir preparação, rotulagem e armazenamento de dados, criação de algoritmos que processam os dados e, finalmente, aplicação de algoritmos a processos de negócios específicos para ajudar a orientar a tomada de decisão.

Startups de IA

Bühler diz que também há startups de IA que estão fornecendo produtos feitos sob medida para necessidades de negócios mais específicas. A chave para escolher grandes startups de IA, de acordo com Bühler, é ser capaz de medir como uma empresa está ajudando seus clientes. “Tem que ser um negócio real com resultados que possam ser quantificados”, conclui.

Via: Insider

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