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Apenas um ano após o seu lançamento, a rede social de áudio Clubhouse está em seu melhor momento. A empresa estuda uma rodada de investimentos que pode resultar em uma avaliação de mercado em US$ 4 bilhões, segundo relata a Bloomberg, citando fontes anônimas.

Lembrando que, em maio de 2020, um mês depois do lançamento, o aplicativo já havia recebido o primeiro investimento de US$ 12 milhões da empresa de capital de risco Andreessen Horowitz.

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E, em fevereiro deste ano, o Clubhouse chegou à casa do US$ 1 bilhão. Ou seja, a nova rodada pode fazer a rede social aumentar quatro vezes o seu valor de mercado.

Imagem mostra uma jovem segurando um smartphone para enviar uma mensagem de voz.
Aplicativo Clubhouse funciona por meio de salas temáticas e conteúdos enviados por voz. Crédito: Shutterstock

Popularidade em alta

Desde que foi anunciado, em abril de 2020, o Clubhouse tem, no mínimo, deixado muitos curiosos e que conseguiu sua ascensão meteórica especialmente durante a pandemia.

Um dos principais apelos da rede é a exclusividade: começando pela entrada de usuários, que é permitida apenas por meio de convites; ao mecanismo das salas de áudio, que funcionam pelo tempo em que elas foram abertas, sem que seus conteúdos estejam disponíveis posteriormente.

Aos poucos ele ganhou novos adeptos famosos, como a socialite Paris Hilton e Oprah Winfrey, um dos principais nomes do jornalismo televisivo norte-americano da atualidade.

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Dentre os próximos planos da empresa para o aplicativo estão sua chegada ao Android neste ano, bem como a abertura da rede com acesso também aos não convidados – estratégia que foi feita por outras conhecidas redes sociais em seus lançamentos, como Orkut e Facebook.

Mas, a rápida popularidade e consequente entrada de usuários do app – que chegou a registrar 600 mil usuários cadastrados em oito meses de existência – também levou a questões de segurança que precisam ser endereçadas.

Para conhecer melhor como o Clubhouse funciona, publicamos uma matéria com mais detalhes e você pode acessá-la aqui.

Via: Bloomberg