Além disso, um dos principais problemas desse tipo de carro, que é a autonomia para viagens longas sem a necessidade de paradas, seria finalmente resolvido.

O professor de engenharia elétrica de Cornell, Khurram Afridi, explica que quando a bateria estiver acabando, é só passar para a faixa de carregamento. Ele seria capaz de identificar qual carro entrou na pista e, mais tarde, enviaria uma fatura.

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A tecnologia pode já estar nas estradas em cinco ou dez anos, aliviando bastante a infraestrutura das estações de carregamento, que é cara e lenta, já que o carregamento de um carro não é tão rápido quanto um reabastecimento.

A tecnologia para o funcionamento das estradas de carregamento envolve placas produzidas com um metal especial posicionadas sob a estrada e conectadas a uma linha de força e um inversor. Essas placas criam uma espécie de campo elétrico capaz de carregar a bateria de um carro enquanto ele passa por cima de uma após a outra.

O carregamento sem fios já é uma realidade, mas por enquanto funciona com o carro estacionado em cima de um aparelho ligado à tomada, bem parecido com os usados para smartphones.

O maior desafio por enquanto é aumentar a intensidade da frequência elétrica para permitir a recarga em movimento.

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