A Foxconn e a startup Fisker selaram um acordo para a produção de um novo carro elétrico. A produção do veículo está prevista para iniciar no final de 2023 e será realizada nos Estados Unidos.

A taiwanesa Foxconn é uma das maiores fabricantes de componentes eletrônicos do mundo, conhecida por fornecer itens para gigantes da tecnologia como Apple e Sony. Já a Fisker se tornou um nome recorrente no mercado depois que a startup criou o Ocean, um SUV elétrico que concorre diretamente com o Model Y, da Tesla.

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O projeto das empresas recebeu o nome de “Projeto PEAR”, acrônimo para Personal Electric Automotive Revolution, ou Revolução Automotiva Elétrica Pessoal, em tradução livre. 

Fisker assina acordo com Foxconn. Imagem: Shutterstock
Fisker assina acordo com Foxconn. Imagem: Shutterstock

O acordo da Foxconn com a Fisker, é uma das primeiras incursões da taiwanesa na indústria automotiva.

“Temos cadeias de suprimentos de classe mundial para apoiar o Projeto PEAR, em particular, garantindo a entrega confiável de chipsets e semicondutores”, afirmou Young-way Liu, presidente da Foxconn.

“Para cumprir nossa promessa de inovações de produto do Projeto PEAR, precisamos repensar todos os aspectos do desenvolvimento, fornecimento e fabricação de produtos”, disse Henrik Fisker, presidente e CEO da startup, em comunicado.

Para ele, a parceria com a Foxconn permite oferecer os primeiros veículos do tipo no setor “a um preço que realmente abre a mobilidade elétrica para o mercado de massa”.

Ainda de acordo com Fisker, o novo veículo será vendido a um preço inferior a US$ 30 mil (aproximadamente R$ 158 mil, na cotação atual).

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Detalhes como o nome do carro e a localização das futuras fábricas não foram divulgados por nenhuma das empresas, mas segundo o acordo, a meta é produzir 250 mil unidades por ano.

O veículo será vendido sob a marca Fisker na América do Norte, China, Europa e Índia.

O PEAR, segundo Fisker, será a “próxima grande novidade no design de automóveis”. O executivo definiu o carro como sendo “emocionalmente desejável” e “ecologicamente correto”, o que ele acredita que serão exatamente os pontos que atrairão o motorista que está abandonando os veículos a gasolina.

Fonte: TechCrunch

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