A gigante Amazon, de Jeff Bezos, novamente entrou na mira da justiça americana. Nesta terça-feira, o procurador-geral de Washington abriu um novo processo contra a varejista por práticas anticompetitivas.

De acordo com a acusação, a gigante usufruiu de práticas para sufocar competidores e controlar os preços de mercadorias online. Isso porque a Amazon teria utilizado cláusulas contratuais para impedir que comerciantes terceirizados vendessem produtos com preços menores em outros sites.

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A empresa de Jeff Bezos possui um sistema de marketplace em que lojistas podem anunciar produtos no site. Em troca da visibilidade dos produtos, a Amazon cobra uma comissão.

O problema é que os termos contratuais fizeram com que os valores de produtos na Amazon sempre fossem mais baixos do que os cobrados pelos mesmos vendedores quando anunciadas em outras plataformas de comércio eletrônico. Caso a política não fosse seguida, os comerciantes podiam ser sancionados ou excluídos da plataforma da Amazon.

A prática se estendeu até meados de 2019, quando a empresa removeu a cláusula em meio a investigações antitruste. No entanto, o procurador-geral da capital americana identificou que a Amazon adotou uma cláusula praticamente idêntica sobre “política de preços justos”.

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