A Food and Drug Administration (FDA), a “Anvisa” dos Estados Unidos, emitiu um comunicado alertando as mulheres sobre falsos medicamentos que prometem curar a infertilidade e quaisquer outros problemas relacionados à saúde reprodutiva. Segundo a instituição, os suplementos não são aprovados pela reguladora e podem trazer danos ao invés de benefícios.

“Depender de produtos ineficazes e não comprovados pode ser uma perda de tempo e dinheiro e pode resultar em doenças ou ferimentos graves”, disse o FDA em um comunicado à imprensa, ressaltando a não comprovação dos chamados ‘auxiliares de fertilidade’.

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“É importante saber que esses produtos não são baseados em informações científicas comprovadas e não foram revisados ​​quanto à segurança e eficácia.”

De acordo com o Medical Xpress, a agência explicou que os produtos estão sendo vendidos de forma online como ‘suplementos dietéticos’ e os vendedores fazem falsas afirmações sobre a eficácia do medicamento, além de compartilhar supostos casos de sucesso clientes com depoimentos falsos.

Agência de saúde americana alerta para falsos remédios que prometem “curar” infertilidade. Imagem: Shutterstock
Agência de saúde americana alerta para falsos remédios que prometem “curar” infertilidade. Imagem: Shutterstock

Algumas declarações para venda incluem promessas como:

  • “Você vai engravidar muito rápido e dar à luz crianças saudáveis, independentemente de quão grave ou crônico seja o seu distúrbio de infertilidade.”
  • “Os melhores suplementos de fertilidade para aumentar sua chance de gravidez ou melhorar sua taxa de sucesso de fertilização in vitro.”

O marketing para a comercialização do produto também inclui nomes como “Cura milagrosa” e “Descoberta científica”.

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Segundo a FDA, antes de comprar e ingerir qualquer medicamento de venda livre é imprescindível que o paciente converse com seu médico. Também não se deve consumir remédios sem prescrição ou orientação médica.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, 12% das mulheres entre 15 e 44 anos no país têm dificuldade para engravidar ou manter a gravidez.

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