O Facebook começa a encarar o uso das deepfakes como um problema sério. A empresa se uniu a uma universidade norte americana para encontrar um modo eficiente de identificar os criadores desses videos que podem ser usados para prejudicar pessoas.

As deepfakes ainda são considerados mais divertidos do que preocupantes, mas o Facebook não poupa esforços em pesquisas sobre essa tecnologia. A mais recente novidade é uma colaboração entre a empresa e a Universidade Estadual de Michigan para criar um método que usa engenharia reversa para analisar imagens geradas por inteligência artificial e revelar características de identificação do modelo de aprendizado de máquina que o criou.

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Este trabalho pode ser bastante útil, já que pode auxiliar o Facebook no rastreamento de malfeitores que espalham deepfakes que podem conter desinformação ou fraudes para atacar a dignidade ou a reputação de alguém. No momento, o projeto ainda está em fase de pesquisa.

Estudos anteriores na área já foram capazes de determinar qual modelo de inteligência artificial conhecido gerou determinado deepfake. O objetivo agora é identificar qual computador produziu o material, e assim chegar à pessoa que manipulou as imagens.

O novo recurso vai ser muito útil para os investigadores em casos de uso criminoso da tecnologia.

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