O Rio de Janeiro mudou a orientação para vacinação de grávidas e puérperas e agora o grupo que recebeu a vacina da AstraZeneca na primeira dose vai poder completar a imunização com o produto da Pfizer.

A orientação é após o imunizante ser associado a um número pequeno de casos de coagulação sanguínea. Países da Europa também tomaram medidas semelhantes e misturaram as duas vacinas.

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Também podem receber uma segunda dose de imunizante diferente aqueles que tiveram reações graves após tomarem a AstraZeneca, mas é necessário a apresentação de um laudo médico que comprove a contraindicação.

Grávidas e a vacina da AstraZeneca

“Seguindo a recomendação do nosso comitê: as gestantes que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca poderão, mediante avaliação dos riscos e benefícios com seus médicos, realizar a segunda dose com a vacina da Pfizer 12 semanas após a primeira dose”, explicou Daniel Soranz, Secretário de Saúde do Rio de Janeiro.

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O Ministério da Saúde, em maio, já havia suspendido a vacinação com o imunizante da AstraZeneca de grávidas e puérperas com comorbidades após um pedido da Anvisa. Desde então a aplicação passou a ser feita com outras vacinas.

Por enquanto, apenas no Rio de Janeiro está autorizada a vacinação de grávidas e puérperas que receberam a primeira dose da AstraZeneca com outro imunizante. A ideia é que a iniciativa seja avaliada pelo Ministério da Saúde para que a medida seja levada para outros estados brasileiros.

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