Em entrevista exclusiva ao Olhar Digital, o diretor de ‘Returnal’, Harry Krueger, afirmou que o jogo não teria sido feito de forma apropriada sem o DualSense, o áudio 3D e várias outras funcionalidades que só existem no PlayStation 5 (PS5).

“Eu acho que a exata experiência de ‘Returnal’ que jogamos agora é possível somente graças aos recursos e poder do PS5”, diz Krueger, que trabalha há 12 anos em jogos da Housemarque e ganhou notoriedade após dirigir outro título da empresa: ‘Nex Machina’ (2017). “O processamento do PS5 ajudou muito, e permitiu que fizéssemos muitas coisas que, talvez, não teriam sido feitas de outra maneira (…) As partículas, as luzes, as nuances, os tentáculos dos monstros, as lutas com os chefões [e etc.] nos ajudou a levar o talento da Housemarque e nos empurrar ao próximo nível”.

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Acha o jogo difícil? Nós também. Considerado o primeiro grande título exclusivo do novo console da Sony, o game é feito para ser complicado mesmo, de acordo com o finlandês, que ainda garante que o título da Housemarque tem como objetivo reviver o estilo arcade e ser bastante desafiador.

A trama do jogo segue a perspectiva da exploradora espacial Selene, que cai na superfície do planeta alienígena Atropos após um acidente em sua nave e acaba ficando presa em um loop temporal. Logo após iniciar sua aventura, a heroína começa a achar gravações em que ela mesma descreve situações que ainda não ocorreram. Em nosso review do título, afirmamos que ‘Returnal’ é, de fato, o primeiro grande game exclusivo para PS5.

Disponível desde o dia 30 de abril, ‘Returnal’ está inteiro em português do Brasil, incluindo a dublagem. Confira o trailer do jogo abaixo:

Confira a entrevista completa: veja!

Leia também o nosso review: confira!

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