Vanderlei Bagnato, professor, pesquisador e atual diretor do Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), conquistou o Prêmio CBMM na categoria “Ciência”, tornando-se, assim, “o cientista brasileiro mais premiado”, segundo a assessoria de imprensa da universidade.

Vanderlei Bagnato, diretor do Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP) recebeu a maior premiação em ciência do Brasil. Imagem: Universidade de São Paulo

A premiação, instituída em 2019, oferece o valor de R$ 500 mil,  consolidado como a maior gratificação de reconhecimento em ciência do Brasil, destacando cientistas que dedicam suas vidas à ciência e tecnologia, em benefício da sociedade e ajudando a evoluir o mundo. 

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De acordo com a USP, o prêmio é especialmente voltado a pesquisadores que colocaram nosso país em destaque no cenário científico mundial. 

Cientista realiza pesquisas em fotodinâmica e fototerapia

“Se um feixe de luz pudesse transformar o futuro da humanidade? Essa pergunta tem movido os trabalhos de Vanderlei Bagnato, que há mais de três décadas realiza pesquisas nas áreas de Óptica e Fotônica e contribui significativamente para as aplicações da fotodinâmica e da fototerapia nas áreas da Saúde”, diz a chamada de destaque da categoria Ciência.

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A partir de seus estudos, Bagnato demonstrou a eficácia da ação fotodinâmica para o controle de infecções, descontaminação de órgãos para transplante e tratamento de doenças como pneumonia, Parkinson e vários tipos de câncer. 

Essas técnicas foram adotadas por importantes associações brasileiras ligadas à saúde e têm se difundido por cerca de dez países da América Latina.

Antes de suas contribuições para a medicina, Bagnato já havia conquistado notoriedade internacional por suas pesquisas em Física Atômica, sendo um dos pioneiros nos estudos dos átomos frios e da turbulência quântica e o criador do primeiro relógio atômico do Brasil.

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