Nesta quinta-feira (29), o Ministério da Saúde lançou uma campanha de incentivo a amamentação denominada “Todos pela amamentação. É proteção para a vida inteira”. A campanha foi lançada durante a Semana Mundial da Amamentação.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não estava presente no evento de lançamento. Ele foi representado por Raphael Câmara Parente, secretário de Atenção Primária à Saúde, que afirmou que a pasta está “atuando em outras pautas fora da Covid”.

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Confira o vídeo da campanha!

De acordo com o estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), a prevalência de aleitamento materno exclusivo entre crianças menores de 4 meses aumentou de 4% em 1986 para 60% em 2020.

“Estamos resgatando algo que deveria ser natural. Saímos de 4% para 60%, mas deveria ser 100%. Vimos, com a pandemia, que as mães passam anticorpos para os filhos. Devemos influenciar e conversar muito com médicos, enfermeiras e mães, pois a conscientização sobre o aleitamento deve começar no pré-natal”, alertou o diretor do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Geraldo Reple.

Também estava presente no evento o representante da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Santiago, que ressaltou a importância da amamentação na vida do bebê. “Proteger a amamentação é uma responsabilidade de todos nós. Aleitamento materno e pediatria fazem a diferença. É proteção e saúde para a vida inteira da criança, que diminui muito a capacidade de se infectar por doenças graças a amamentação. Além de aumentar o vínculo entre mãe e filhos”, disse.

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A amamentação é essencial para os seis primeiros meses de vida de um bebê. O leite materno é rico em nutrientes e proteínas necessários para o desenvolvimento da criança durante o período. Além disso, o aleitamento materno também diminui as chances da mulher desenvolver câncer de mama. A cada ano amamentando, os riscos da doença diminuem em 6%.

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