Recentemente, o Twitter esclareceu que a verificação da identidade dos usuários não teria evitado os comentários racistas na plataforma contra jogadores negros no time de futebol da Inglaterra, que ocorreram nos jogos do campeonato Euro 2020. 

Segundo uma atualização postada pelo Twitter do Reino Unido, a maioria das contas suspensas por conteúdo abusivo durante o torneio não eram anônimas: “Das contas permanentemente suspensas do torneio, 99% dos proprietários das contas eram identificáveis.” 

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A empresa disse que os tuítes racistas surgem do todo o mundo, mas a maioria é do Reino Unido. Além disso, segundo o Twitter, as ferramentas automatizadas identificaram e removeram 1.622 tuítes racistas durante a partida e nas 24 horas seguintes. 

Sendo que dos tuítes removidos, apenas 2% foram vistos mais de mil vezes, informou o Twitter. Inclusive, o app tem há tempos um problema de abuso na plataforma. Depois do boicote em 2017  o CEO Jack Dorsey prometeu que teriam uma “postura mais agressiva” na aplicação de suas regras. 

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Desde então, a empresa lançou recursos na tentativa de conter o abuso, como permitir que as pessoas ocultem as respostas ou limitar quem pode responder aos seus tuítes.

O Twitter segue trabalhando em maneiras de evitar o envio de postagens racistas e abusivas, incluindo a distribuição de prompts de resposta que perguntam às pessoas se elas têm certeza de usar linguagem potencialmente prejudicial. 

Além disso, o Twitter também está desenvolvendo um recurso que “bloqueia automaticamente contas usando linguagem prejudicial, de forma que elas sejam impedidas de interagir com sua conta”.

Fonte: The Verge

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