A Food and Drug Administration (FDA), agência regulatória dos Estados Unidos, autorizou que pessoas imunocomprometidas recebam uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. O órgão entende que o sistema imunológico mais fraco gera menos anticorpos e uma quantidade extra da vacina pode ajudar a compensar isso.

Em casos normais, segundo a FDA, as duas doses são suficientes para uma vacinação completa. No entanto, em pessoas transplantadas, com o HIV e outras condições que enfraquecem o sistema, os imunizantes produzem menos ou até mesmo nenhum anticorpo.

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Terceira dose para pessoas imunocomprometidas

Recentemente, os EUA fizeram estudos com uma terceira dose da vacina em 200 pessoas imunocomprometidas que foram transplantadas. Os resultados mostraram que a dose extra ajuda na produção dos anticorpos. As vacinas usadas no ensaio e recomendadas com essa nova aplicação são as da Pfizer e da Moderna.

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Na França, desde abril pacientes com o sistema imunológico mais fraco podem ser vacinados com uma dose extra. Em estudos feitos no país, metade dos pacientes que não responderam a duas injeções produziram anticorpos após a terceira. Uma pesquisa na Alemanha com 48 pessoas imunocomprometidas descobriu que 40% dos que não geraram anticorpos com as duas doses da vacina tiveram uma resposta após a terceira.

Normalmente são classificadas como imunocomprometidas pessoas transplantadas, com HIV e ou outras condições. NO entanto, a FDA ainda não divulgou quais critérios vão ser levados em consideração na vacina.

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