A Netflix anunciou nesta quinta-feira (26) que a série “Fórmula 1: Dirigir para Viver” terá uma quarta temporada em 2022, mas ainda sem data de estreia. O anúncio não é exatamente uma surpresa, já que desde que a série estreou, em 2019, tem feito bastante sucesso entre o público e a crítica especializada, o que é muito bom para a Netflix, além de ter atraído uma nova base de fãs para a Fórmula 1.

Cada temporada de ‘F1: Dirigir para Viver’ consiste em dez episódios, que são minidocumentários sobre as equipes e pilotos da Fórmula 1. Parte do sucesso da série se deve ao acesso que os realizadores têm ao paddock, o que possibilita que a série traga bastidores bastante detalhados de como funciona as equipes e sobre como cada piloto sente a pressão de estar na maior categoria do automobilismo.

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F1: Dirigir para Viver
Acidente de Romain Grosjean marcou a terceira temporada da série, mas piloto teve apenas algumas queimaduras. Netflix/Divulgação

E ao que tudo indica, a quarta temporada será bem interessante de se assistir, já que a briga pelo título de pilotos, entre Lewis Hamilton, da Mercedes, e Max Verstappen, da Red Bull, é a mais acirrada desde pelo menos 2016. Além disso, o clima também está bem quente entre Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, e Christian Horner, que comanda a Red Bull.

Sucesso de crítica

Mas não é só por conta do que acontece nos bastidores da Fórmula 1 que ‘F1: Dirigir para Viver’ é sucesso. Em suas três primeiras temporadas, a série já ganhou um prêmio da Academia Britânica de Filmes e Artes Televisivas (Bafta) e um Telly Awards, que é o prêmio mais importante da televisão da Índia. Além de indicações ao prêmio da Sociedade Real de Televisão, da Inglaterra.

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A série continua sendo uma realização da produtora Box to Box Films. E na produção, voltam alguns nomes de peso, como os produtores executivos James Gay-Rees, que levou o Oscar de Melhor Documentário de Longa Metragem em 2015, por ‘Amy’, e Paul Martin, que produziu o um dos documentários sobre a vida do astro do futebol Diego Armando Maradona, em 2019.

Via: Deadline

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