Mais de 1 milhão de vídeos foram removidos do YouTube desde fevereiro desse ano com desinformação e fake news sobre a Covid-19. Os dados foram divulgados no último dia 26 de agosto, em um relatório assinado pelo chefe de produtos da rede social, Neil Mohan.

“No meio de uma pandemia global todos deverão estar armados com as melhores informações disponíveis para se manterem seguros e às suas famílias”, disse Mohan. O conteúdo apagado da plataforma foi considerado perigoso para o público, como alegações sobre curas milagrosas cientificamente desmentidas ou com dados falsos sobre a pandemia.

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Para orientar sua ferramenta de exclusão, o YouTube disse que levou em conta informações sobre a Covid-19 divulgadas por órgãos oficiais, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Centro de Controle de Doenças Infecciosas dos EUA (CDC).

YouTube contra a Covid-19

Recentemente, a plataforma puniu o canal da rede de TV australiana Sky News por desinformação sobre a Covid-19. O conteúdo chegou a ficar fora do ar por uma semana até que os vídeos com fake news fossem excluídos.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro teve vídeos apagados de sua conta na plataforma pelo mesmo motivo. 15 vídeos foram excluídos. Segundo a rede, eles violaram as políticas de informações médicas ao divulgar medidas comprovadamente ineficazes contra a Covid-19, como uso dos medicamentos cloroquina e ivermectina.

Ainda segundo Mohan, por trimestre o YouTube remove mais de 10 milhões de vídeos que não cumprem as regras da rede social, não apenas sobre a pandemia da Covid-19. A maior parte esse conteúdo apagado estava com menos de 10 visualizações no momento da exclusão.

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