Desde o começo da pandemia da Covid-19, muitos países do mundo, inclusive os Estados Unidos, mantém restrições para estrangeiros. No entanto, nos EUA a expectativa é que isso acabe em novembro para viajantes. Nesta segunda-feira (20), o governo Biden anunciou que vai suspender as restrições de desembarque para quem estiver totalmente vacinado.

As limitações foram implementadas para evitar a propagação do vírus. Turistas do Brasil, países europeus, além de China, Irã e outras nações foram impedidos de entrar nos EUA durante meses e, após a liberação para alguns, isso ainda era feito de forma controlada.

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Restrições para viajantes nos EUA

“As viagens internacionais são essenciais para conectar famílias e amigos, para abastecer pequenas e grandes empresas, para promover o intercâmbio aberto de ideias e cultura”, disse Jeff Zients, coordenador de pandemia da Casa Branca. “É por isso que, com a ciência e a saúde pública como nosso guia, desenvolvemos um novo sistema de viagens aéreas internacionais que aumenta a segurança dos americanos aqui em casa e aumenta a segurança das viagens aéreas internacionais”, completou.

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Americanos que estão no exterior e forem voltar aos EUA sem estarem totalmente vacinados vão precisar passar por um controle, sendo necessário um teste de Covid-19 antes de embarcar e ainda outros após chegar no país. Os EUA estão tendo dificuldades em imunizar toda a população mesmo com doses de vacina sobrando.

Para viajantes estrangeiros que queiram ir para os EUA a partir de novembro, vai ser necessário apenas apresentar um teste negativo feito antes do embarque. Ainda não há informação sobre quais vacinas serão aceitas. Segundo o governo, a decisão vai ser do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Atualmente o CDC considera totalmente vacinados pessoas que tomaram imunizantes aprovados no país, ou seja, Pfizer, Janssen ou Moderna. No entanto, o G1 informou que uma nota no site do órgão diz que “a orientação também pode ser aplicada a vacinas contra a Covid-19 que foram listadas para uso emergencial pela Organização Mundial de Saúde (por exemplo, a vacina de Oxford/AstraZeneca)”.

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