Nas últimas semanas, uma reportagem do The Wall Street Journal revelou documentos internos do Facebook mostrando que a empresa considera o Instagram como uma rede social prejudicial para adolescentes. Agora, a rede social explicou o relatório e disse que o jornal não entendeu o propósito da pesquisa.

De acordo com o jornal, o Facebook fez uma pesquisa interna e os resultados indicaram que o Instagram estava causando danos para os adolescentes. A divulgação causou preocupação em autoridades dos Estados Unidos, que pediram explicações para a empresa.

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Em resposta, o Facebook disse que a pesquisa foi mal interpretada. “Simplesmente não é preciso que esta pesquisa demonstre que o Instagram é ‘tóxico’ para meninas adolescentes”, disse Pratiti Raychoudhury, vice-presidente e chefe de pesquisa do Facebook em um post no blog oficial da empresa intitulado “O que nossa pesquisa realmente diz sobre o bem-estar dos adolescentes e o Instagram“.

Instagram e a pesquisa sobre adolescentes

“A pesquisa realmente demonstrou que muitos adolescentes sentiram que usar o Instagram os ajuda quando estão lutando com os tipos de momentos difíceis e problemas que os adolescentes sempre enfrentaram”, completou ainda.

“Temos um longo histórico de uso de nossa pesquisa – bem como pesquisa externa e estreita colaboração com nosso Conselho Consultivo de Segurança, Conselheiros Juvenis e especialistas e organizações adicionais – para informar mudanças em nossos aplicativos e fornecer recursos para as pessoas que usam eles”, finaliza o texto.

Apesar das declarações, o Facebook ainda pode responder processos nos EUA pelo caso. Alguns senadores, tanto democratas quanto republicanos, anunciaram que pretendem pedir uma investigação sobre os riscos do Instagram para adolescentes.

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