A Tesla está acusando a Rivian de roubar informações sobre a tecnologia de suas baterias, dando carga ao processo que abriu ano passado contra a startup. Em julho de 2020, a empresa de Elon Musk acusou a rival de roubar seus funcionários e levar com eles segredos comerciais altamente confidenciais e informações proprietárias de engenharia.

Agora, a Tesla entrou com um pedido para adicionar ao processo novas alegações de que a Rivian está “roubando a tecnologia principal de suas baterias de próxima geração”. As afirmações acrescentam que, recentemente, desertores da empresa foram pegos em flagrante roubando tecnologia do “elemento mais essencial para qualquer veículo elétrico”.

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Conforme alega, “aparentemente, sob pressão de investidores, após quase 12 anos sem produzir um único veículo comercial, a Rivian intensificou seus esforços ilegais”. A startup nega as acusações.

Processo chega em um momento importante para a Rivian

Esta nova investida da Tesla chega em um momento em que a rival está preparando as primeiras entregas de sua picape elétrica R1T. A produção do veículo sofreu pelo menos dois atrasos causados ​​pela pandemia de COVID-19 e pela escassez global de chips. Além disso, a Rivian também está entrando com uma oferta pública inicial (IPO) buscando uma avaliação entre US$ 80 bilhões e US$ 100 bilhões.

Um juiz do tribunal estadual da Califórnia permitiu que a Tesla, na semana passada, adicionasse suas novas alegações ao caso pendente. Quatro ex-funcionários da Tesla estavam sendo acusados junto com a Rivian quando o processo foi aberto no ano passado. Com as novas acusações, a empresa cita outros três ex-funcionários como réus.

Em março deste ano, a Rivian perdeu seu pedido inicial de rejeição das reivindicações da Tesla. A startup diz que a empresa de Musk se arrastou desde o início da ação em 2020 e não especificou de forma suficiente os segredos comerciais que alegou terem sido roubados, nem como os dados em questão são diferentes do que já é de conhecimento público.

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