A Tesla divulgou um vídeo bastante impressionante em que mostra os testes de colisão de um de seus modelos. Os carros da montadora se notabilizaram por serem bastante resistentes a colisões e até mesmo capotamentos, mantendo seus ocupantes quase sempre seguros em acidentes.

Isso acontece porque a Tesla utiliza padrões mais altos do que os já rígidos exigidos pela indústria automotiva em seus testes de colisão. Para se ter uma ideia, um Tesla Model S chegou a quebrar um equipamento da Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) durante um teste.

publicidade

Quatro ‘sedãs’ no teto

Na ocasião, um equipamento que é projetado para aplicar o teste de esmagamento de telhado foi colocado sobre o veículo. Porém, ao aplicar o máximo de pressão do equipamento, cerca de 4Gs, o teto do Tesla Model S não se rompeu. 4Gs é o equivalente ao peso de quatro veículos sedan.

Porém, a Tesla não trabalha somente com os testes exigidos pela NHTSA, e faz alguns ensaios particulares para garantir um nível ainda maior de segurança. Em um desses testes, que simulou algumas colisões, foi possível ver que os elétricos de Elon Musk aguentam porrada pra valer.

Testes particulares

Segundo a Tesla, os testes particulares feitos por eles não são mero preciosismo. A empresa defende que, atualmente, a indústria trabalha com simulações de colisões bastante específicas. A montadora acredita que isso é um problema, já que, no trânsito, nenhum acidente é igual a outro.

Por conta disso, a Tesla coletou os dados de mais de um milhão de acidentes reais para preparar suas simulações. Uma delas lida com um impacto na parte lateral da frente do veículo, perto da porta do carro. Esse é um dos testes que não é cobrado pelos órgãos regulatórios dos EUA.

Rica e ampla coleta de dados

Com base na coleta de dados de acidentes reais, de carros de clientes e testes internos, a Tesla conseguiu otimizar o acionamento de seus sistemas de segurança após uma colisão.

Neste tipo de batida, por exemplo, não são todos os airbags que são acionados, mas apenas aqueles que podem ser úteis para a sobrevivência dos ocupantes do veículo.

Leia mais:

Segundo a empresa, os ensaios de colisão feitos por ela permitem chegar a um nível de detalhe que as concorrentes não conseguem.

É possível, por exemplo, calibrar detalhes como a força aplicada no cinto de segurança para restringir o quando um passageiro será deslocado para frente em uma escala milimétrica.

Via: Auto Evolution

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!