A Meta pretende restringir ainda mais os anúncios que são potencialmente prejudiciais para os usuários. De acordo com o The New York Times, a empresa de Mark Zuckenberg está removendo opções detalhadas de segmentação de anúncios para “milhares” de tópicos sensíveis no Facebook, Instagram e outros serviços a partir do dia 19 de janeiro de 2022.

A mudança irá barrar anúncios baseados em interações com conteúdo relacionado a etnia, saúde, crenças políticas, religião e orientação sexual, entre outras questões polêmicas. É uma mudança que a Meta está ciente que pode prejudicar outras empresas, porém, a ideia é refinar a plataforma de anúncios para servir a todos e sem prejudicar as relações comerciais.

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Além disso, a empresa também está dando para as pessoas mais controle sobre os anúncios que vêem. No início de 2022, os internautas terão a opção de ver menos anúncios vinculados a jogos de azar, perda de peso e outros assuntos delicados. Assim, já pode limitar a frequência de anúncios de álcool, paternidade, animais de estimação e política, por exemplo.

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As políticas de publicidade mais rígidas e focadas na boa experiência surgem no mesmo dia que o último relatório de transparência da Meta, sendo um esforço geral para conter as acusações da denunciante Frances Haugen de que a empresa está mais interessada em engajamento e dinheiro do que na saúde mental de seus usuários. 

Tanto que, uma auditoria de 2020 concluiu que a Meta deixou a desejar quando a questão é esforço para combater a discriminação, incluindo anúncios. Por isso, a empresa removeu a segmentação de milhares de tópicos de anúncios sensíveis em 2017 e 2018.

Por fim, a Meta terá bastante segmentação de anúncios, incluindo anúncios baseados em localização, públicos-alvo personalizados e listas de clientes baseadas em permissão. Por outro lado, isso pode mudar a estratégia dos profissionais de marketing.

Fonte: Engadget

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