Professores e profissionais da educação da capital paulista começam a receber nesta terça-feira (16) a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Segundo informações da Agência Brasil, a aplicação será feita com o imunizante da Pfizer na faixa etária entre 40 e 59 anos.

São esperados cerca de 210 mil profissionais nas 469 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), drive-thrus, farmácias e Assistências Médicas Ambulatoriais Integradas. A partir do dia 22 de novembro, a dose de reforço também será estendida para a faixa etária entre 18 e 39 anos.

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Até então, de acordo com a prefeitura de São Paulo, para receber a dose adicional é necessário um intervalo de ao menos seis meses desde a aplicação da segunda dose, além da apresentação de documento que comprove o vínculo empregatício na rede de ensino, documento com foto, comprovante de endereço e comprovante de vacinação físico ou digital.

médica segura três doses de vacina contra Covid-19
Covid-19: profissionais da educação começam a receber reforço vacinal em SP. Imagem: Shutterstock

A secretaria recomenda à população que acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila. A lista completa de postos onde a vacinação está sendo feita pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

Reforço vacinal para todos

Por ora, as doses de reforço estão sendo aplicadas com imunizantes da Pfizer. A prefeitura de São Paulo anunciou na quinta-feira (11) que profissionais da educação na cidade começariam a ser imunizados com a terceira dose.

“É uma categoria muito importante para a cidade, para que todos possam seguir trabalhando com proteção e segurança”, disse o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido.

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Até o momento, apenas idosos com mais de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais da saúde estavam autorizados a tomar o reforço vacinal, contudo, nesta terça-feira (16), o Ministério da Saúde também anunciou que está liberando a terceira dose também para todos os adultos com mais de 18 anos. O intervalo de espera após a segunda dose ou dose única também passou de seis para cinco meses.

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