Uma startup do Reino Unido chamada Pulsar Fusion testou na última semana o motor de um foguete “verde”, que usa um plástico chamado polietileno de alta densidade (HDPE, High Density Polyethylene) como combustível e óxido nitroso (NO2) como oxidante. O HDPE é usado em uma ampla variedade de produtos, incluindo garrafas plásticas, e é encarado como uma forma curiosa de alimentar foguetes que consomem muita energia.

“Estamos muito satisfeitos com os testes. A Pulsar está entre as poucas empresas ao redor do mundo que construíram e testaram essa tecnologia”, disse o CEO da empresa, Richard Dinan.

O vídeo do teste foi publicado pela empresa no Instagram:

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Foguete “movido a plástico” pode decolar em 2027

Usar resíduos de plástico para lançar foguetes é visto com bons olhos, já que o plástico é uma fonte de poluição e ainda não é reciclado de forma adequada, em grande escala. Segundo a empresa seu foguete “verde” pode ser usado para levar satélites e pessoas ao espaço.

A empresa também trabalha em um propulsor movido a fusão nuclear. Ela espera demonstrar a tecnologia em um teste estático em 2025, seguido de um voo orbital em 2027.

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China testou foguete com motor de combustível sólido maciço

Em outubro deste ano, a China deu mais um avanço na exploração do espaço e testou um novo motor de foguete de combustível sólido.

A novidade foi desenvolvida pela Academia de Tecnologia de Propulsão Sólida Aeroespacial (AASPT), que pertence à China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC), a principal empreiteira espacial do país.

O motor é movido por 150 toneladas de combustível sólido. Em um comunicado, o CASC afirma que o motor é o mais potente e com o maior empuxo do mundo em sua categoria até agora.

Além disso, ainda também segundo a empresa, o motor do foguete inclui uma carcaça em composto de fibra de alto desempenho, uma câmara de combustão integralmente forjada e um bico superdimensionado, para torná-lo altamente avançado. A intenção é usá-lo em foguetes de carga pesada para atender às demandas de missões ao espaço profundo ou pousos tripulados na Lua.

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