O youtuber EckhartsLadder publicou um vídeo em seu canal, que mostra a icônica “Estrela da Morte” – a arma planetária do Império na franquia cinematográfica Star Wars – agindo de forma cientificamente correta.

Isso porque, apesar de toda a sua imponência, a Estrela da Morte usou da licença poética para fugir um pouquinho dos parâmetros regidos pela realidade. No vídeo, que você vê abaixo, entra em discussão a sua principal arma: um laser gigantesco capaz de destruir planetas inteiros com um único disparo.

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Fazendo o máximo para evitar spoilers, nos filmes, vemos a Estrela da Morte disparando um imenso raio laser, levado diretamente ao seu alvo, obliterando-o como se ele jamais tivesse existido.

Como você viu no vídeo acima, a ciência desmente isso. Mas ao contrário do que possa parecer, ela o desmente para algo ainda mais grandioso: na verdade, o laser da Estrela da Morte seria visualmente invisível. Entretanto, ele poderia ser direcionado a vários alvos ao mesmo tempo – então, além de um planeta, ela poderia varrer do espaço qualquer frota de naves inimigas.

Não é a primeira vez que a Estrela da Morte é cientificamente questionada: há um risco de spoilers menores a seguir, mas a própria destruição dela – quando Luke Skywalker dispara torpedos de próton por uma porta exaustora da arma planetária – em tese não poderia acontecer daquela forma, já que uma saída daquela joga calor de dentro para fora da Estrela da Morte, e não permite a entrada de nada que venha de fora para dentro.

Mas Luke Skywalker, um Jedi, tinha a Força ao seu lado, então existe uma contextualização sólida nos filmes.

Evidentemente, estamos falando de um filme de ficção científica, e a parte da “ficção” tem um enorme peso aqui: Star Wars nunca teve qualquer ambição pelo realismo, e os efeitos fantásticos na tela dos cinemas são, puramente, ferramentas para ampliar o drama e contar uma história com detalhes chamativos.

Vale lembrar que Star Wars ainda segue firme e forte na cultura pop: não apenas nos cinemas, mas há, hoje, diversas séries em produção ou exibição, expandindo a narrativa para outras frentes.

Até porque, convenhamos, se seguisse a ciência à risca, Star Wars seria um filme consideravelmente mais curto – e o ingresso para o cinema está bem caro.

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