Por Nara Araújo*

Conceitos que se popularizaram recentemente no mundo dos negócios, o Low-code (pouco código) e o No-code (sem código) passaram a ser fundamental em organizações que buscam excelência e crescimento em seus negócios, principalmente após a pandemia.

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O grande desafio ao oferecer as plataformas perpassa por entender o negócio do cliente para que se traduza em uma solução. É preciso perceber as dores de uma área para customizar o melhor modelo a favor dos negócios.

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A tecnologia pós-pandemia, que passou a ter um espaço ainda mais importante devido ao aumento da demanda e da exigência dos consumidores mais conectados, acelerou o processo de digitalização, o que direcionou mais o olhar das empresas para a automação de demandas por meio de diversas integrações.

Os softwares trazem agilidade às questões de programação e, com isso, auxiliam as companhias no desenvolvimento ou aperfeiçoamento de produtos e serviços. Com eles, o conhecimento de informática pelos utilizadores é nula, o que democratiza o acesso à tecnologia e é eficaz para empresas de diferentes portes e segmentos de atuação.

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A redução do tempo é outra grande vantagem do investimento em tecnologia. O tempo de implantação das ferramentas diminuiu drasticamente. Novas metodologias facilitaram o processo além da fácil customização.

Além disso, a economia financeira ao substituir atividades operacionais que antes eram realizadas por humanos trazem resultados satisfatórios em termos de eficiência. Os profissionais podem utilizar seu tempo em atividades que agreguem mais valor para a empresa.

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Um ponto muito importante que deve ter olhar diferenciado quando o assunto é a implementação de softwares facilitadores é a área de Customer Service. O setor deve direcionar a melhoria de produtos e processos da empresa. A implementação de projetos de forma ágil e a criação de protótipos do dia para a noite conquista a satisfação do cliente pela melhor qualidade do serviço atendendo em menos tempo.

Importante ressaltar que qualquer solução precisa estar preparada para serem auditadas e essas soluções já trabalham de forma a pensar na segurança da informação, de acordo com as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

*Nara Araújo é Head de Business Eficiency da Keyrus

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