Nas próximas seis a oito semanas, mais da metade da população na Europa pode ser infectada pela variante Ômicron da Covid-19. A constatação é de acordo com o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente, na última terça-feira (11).

“Neste ritmo, o Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde prevê que mais de 50% da população da região será infectada com a Ômicron nas próximas seis a oito semanas”, argumentou Kluge.

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Isso porque o continente europeu registrou mais de 7 milhões de novos casos de Covid-19 na primeira semana de 2022. O índice representa mais do que o dobro do montante notificado em um período de duas semanas, segundo o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, através de uma coletiva de imprensa.

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Ômicron Japão
Japão confirma primeiro caso da Ômicron. Imagem: Shutterstock

Pico de transmissão da Ômicron acontece entre 3 e 6 dias

Uma pesquisa realizada no Japão aponta que a maior taxa de transmissibilidade da variante Ômicron da Covid-19 acontece entre 3 e 6 dias após o início dos sintomas, momento em que os pacientes estão com a maior carga viral da doença.  

A constatação coloca em xeque o que vinha sendo considerado anteriormente em todo mundo. Acreditava-se que o momento de maior carga viral no organismo acontecia entre 24 horas antes do surgimento dos sintomas e 48 horas depois.  

“A quantidade de RNA viral foi mais alta em 3 a 6 dias após o diagnóstico ou 3 a 6 dias após o início dos sintomas e diminuiu gradualmente ao longo do tempo, com uma diminuição acentuada após 10 dias desde o diagnóstico ou início dos sintomas (…) Nenhum vírus infeccioso foi detectado nas amostras respiratórias após 10 dias desde o diagnóstico ou início dos sintomas. Esses achados sugerem que os casos de Ômicron vacinados provavelmente não liberam o vírus 10 dias após o diagnóstico ou o início dos sintomas”, afirmam os pesquisadores do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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