O ano passado ficou marcado por um recorde importante para as startups brasileiras. Em 2021, foram aportados US$ 9,4 bilhões no setor (praticamente R$ 52 bilhões na cotação atual), uma quantia 2,5 vezes superior a todo o volume de investimentos registrados em 2020. Os números são do relatório anual divulgado pela plataforma Distrito.

Ao todo, o nicho que mais recebeu investimentos foi o das fintechs. As startups que atuam no setor financeiro captaram US$ 3,7 bilhões em 2021 (pouco mais de R$ 20 bilhões em conversão direta). Já as startups de varejo e consumo, também chamadas de ‘retailtechs’, ficaram na segunda colocação com US$ 1,3 bilhão aportados.

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Ilustração de startup
Apenas em dezembro, a pesquisa aponta que foram captados mais de meio bilhão de dólares pelas startups nacionais (US$ 555 milhões). Imagem: PopTika/Shutterstock

Por fim, as ‘real estate’ (startups do setor imobiliário) captaram US$ 1,07 bilhões. Em quarto lugar ficaram as empresas que atuam no ramo de mobilidade urbana, que receberam US$ 411 milhões em investimentos no ano passado. 

Vale ressaltar que desde 2011, ano em que o levantamento começou a ser registrado, o volume de investimentos em startups cresceu mais de 60 vezes no Brasil. Como comparativo, em 2011, foram investidos somente US$ 147 milhões no setor.

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No fim, 2021 também foi um ano em que o país ganhou o maior número de unicórnios (startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão). A lista, que conta agora com 21 participantes, ganhou os seguintes nomes:

  • MadeiraMadeira (US$ 1 bilhão)
  • Hotmart (valor de mercado não divulgado pela empresa)
  • Mercado Bitcoin (US$ 2,1 bilhões)
  • Unico (US$ 1,5 bilhão)
  • Frete.com (valor de mercado não divulgado pela empresa)
  • CloudWalk (US$ 2,5 bilhões)
  • Nuvemshop (US$ 3,1 bilhões)
  • Daki (US$ 1,2 bilhão)
  • Facily (US$ 1 bilhão)
  • Olist (US$ 1,5 bilhão)

Via: Forbes

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