Nesta segunda-feira (14), policiais federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva no estado do Rio de Janeiro na quarta fase da Operação Kryptos, que investiga uma organização criminosa que estaria atuando por meio de fraudes bilionárias envolvendo criptomoedas. A ação foi realizada em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), criado pelo Ministério Público.

Operação Betka 

Essa quarta fase do cerco que visa desarticular a quadrilha especializada em desvios por meio de aplicações em criptomoedas foi batizada de Betka, que faz referência ao banco de pagamentos T-28 e a um tanque russo. 

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Homem mascarado fazendo um telefonema
Quadrilha montou uma corretora de criptoativos que confiscava valores investidos; acusados podem pegar mais de 30 anos de prisão. Imagem: Shutterstock

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As prisões foram possíveis graças aos materiais obtidos na fase anterior da operação, que revelou detalhes na criação de uma corretora de criptoativos, que evitava a ação de bloqueio e depois confiscava os valores investidos pelos clientes. 

Segundo a Polícia Federal, tudo indica que houve a participação de outras pessoas para dissimular o capital dos investigados.

Agora, eles vão responder pelos crimes de operação sem autorização de instituição financeira, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, os acusados poderão pegar penas que chegam a 34 anos de prisão.

Via: Agência Brasil 

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