A máxima que diz que a melhor defesa é o ataque vale também para o mundo virtual. Em 2021, a Blaze Information Security cresceu 127% ganhando força justamente com testes de intrusão, o pentest, e invasão de sistemas de empresas, tendo hackers profissionais em sua equipe.

De acordo com a consultoria alemã Roland Berger, os ataques cibernéticos no ano passado colocaram o Brasil na quinta colocação. Foram 9,1 milhões de ocorrências só no primeiro trimestre. O número é maior do que o ano de 2020 inteiro.

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Diante do cenário, a Blaze Information Security se tornou ainda mais necessária e viu o faturamento superar a expectativa de 87,5%. A empresa oferece um seguro com cobertura de até R$ 4 milhões aos clientes, se houver algum erro decorrente de negligência, e € 2 milhões na Europa. Além do Brasil, ela atua ainda na Alemanha, Polônia e Portugal.

Atualmente, a companhia de segurança cibernética conta com 33 colaboradores tanto na Europa como na América Latina, com o objetivo de em breve chegar aos 40 integrantes na equipe. O número pode até parecer pequeno, mas esses funcionários são especialista em segurança da informação e qualificados em teste de intrusão, incluindo hackers profissionais experientes.

Julio Cesar Fort, sócio e diretor de serviços profissionais; Tiago Ferreira, Co-Founder e COO; Wilberto Filho, Co-Founder e CEO. Imagem: Blaze Information Security/Divulgação

“A nossa prioridade é o foco na importância de um desenvolvimento seguro contra ataques cibernéticos desde o dia zero de uma organização”, explicou o CEO da Blaze Information Security , Wilberto Filho, também cofundador da companhia. A ideia é entregar aos clientes um planejamento sob medida.

A expectativa para 2022 é expandir alianças comerciais para segurança cibernética em outros países da América Latina e Europa, além de atingir os mercados dos Estados Unidos e Oriente Médio.

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