Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma equipe de cientistas norte-americanos desenvolveu uma forma de diagnosticar a doença de Alzheimer através da Inteligência Artificial (IA). A técnica analisa os padrões de uso da glicose nos cérebros de pacientes que podem ter demência. Ainda em fase da validação, o estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Mayo Clinic, que é uma organização dos EUA sem fins lucrativos.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Os autores constataram que 51% das variações nos padrões de uso da glicose nos cérebros de pacientes com Alzheimer – e outros casos de demência – podem ser explicadas por apenas 10 padrões. De acordo com a equipe, cada paciente tem uma combinação única desses 10 padrões que está relacionada com o tipo de sintomas que apresenta.
“Esse novo modelo pode aprimorar nosso entendimento sobre como o cérebro funciona e falha durante o envelhecimento e a doença de Alzheimer, oferecendo novas formas de monitorar, prevenir e tratar transtornos da mente”, esclareceu David T. Jones, neurologista da Mayo Clinic e autor principal do estudo.
Na maior parte dos casos, o paciente é diagnosticado com o quadro de Alzheimer quando já está avançada e assim, faltam alternativas para reduzir os efeitos da doença no cérebro. Por isso a importância de ter novas formas de mapear e compreender.
Leia também!
- Pesquisa descobre bactérias que podem causar o câncer de próstata
- Mais um caso de raiva humana confirmado em Minas Gerais; entenda a doença
- Pesquisa indica condição que dobra o risco de câncer de útero em mulheres
Nesse novo estudo com inteligência artificial, os cientistas selecionaram 423 voluntários com alterações cognitivas. O grupo passou por medições de glicose cerebral de tomografia por emissão de pósitrons (FDG-PET) com fluorodesoxiglicose.
O exame de imagem revelava de que forma a glicose funcionava como combustível em algumas partes do cérebro. Isso porque em pacientes com algum tipo de demência, estes padrões são afetados e poderiam ser identificados.
Até o momento, a habilidade preditiva do modelo para alterações associadas ao Alzheimer foi validada em 410 pessoas. O próximo passo é usar estes padrões para trabalhar em sistemas de inteligência artificial que ajudam a interpretar exames do cérebro de pacientes que estão em avaliação de Alzheimer e outras síndromes.
Fonte: Nature Communications
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!