A performance do PC, ou seja, o seu poder de processamento, por exemplo, se tornou um quesito mais importante que preço ou marca na decisão de compra dos brasileiros. Pelo menos é o que disseram 53% dos entrevistados de um levantamento feito pela Kantar a pedido de duas gigantes do setor de computadores pessoais: Dell e Intel.

O estudo foi realizado em novembro do ano passado e contou com a participação de mil pessoas de 18 a 64 anos de todas as regiões do país.

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Computador ou celular?

Hábitos de compra e uso do PC mudaram no Brasil com a pandemia.
Quase oito em cada dez entrevistados afirmaram que o tempo médio de uso do computador aumentou desde o início da pandemia. Imagem: Shutterstock

Outro achado interessante foi que o consumidor brasileiro enxerga o PC como uma ferramenta superior ao celular, não só para trabalhar como para estudar, assistir filmes e jogar.

“A pandemia e a adoção do trabalho remoto por boa parte das empresas fizeram com que fossem necessários dispositivos com cada vez com mais capacidade para atuar fora de um escritório corporativo”, comenta o Diretor da área de PCs da Intel Brasil, Ricardo Ferraz, sobre os resultados.

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Segurança de dados no trabalho

A pesquisa constatou ainda que a segurança é um fator primordial para quem utiliza o computador para fins profissionais. Tanto é que 88% dos entrevistados afirmaram que o nível de preocupação com os seus dados é de médio para alto. Mesmo assim, a maioria (69%) relatou que utiliza o seu próprio computador para trabalhar. 

Quando questionados se a empresa para qual trabalham utiliza alguma tecnologia de segurança para proteger informações acessadas e armazenadas no seu computador, 65% afirmaram que sim, enquanto 14% afirmaram que não (12% não souberam responder). 

Mais tempo no PC

Por fim, quase oito em cada dez entrevistados (78,4%) disseram que o uso do computador aumentou desde o início da pandemia: 60% passaram mais tempo nas redes sociais, enquanto 58% usaram mais o PC para estudar, 54% para trabalhar; 53% com entretenimento (séries e filmes) e 41% para jogar.

Já no ranking de importância dos equipamentos eletroeletrônicos, para a maioria (77%) o computador ainda é o dispositivo principal. O celular ficou em segundo, seguido pela TV.

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